Comunicação Empresarial é feita por agência?
Nas últimas semanas tenho recebido vários e-mails sobre como é a participação da minha proposta junto às agências de propaganda e assessorias de imprensa.
A coisa é muito simples. Todo cliente tem uma demanda de comunicação, seja varejo, institucional, fornecedores ou colaboradores. A comunicação sempre está presente, mas normalmente a interface é feita pelo proprietário ou por alguma pessoa encarregada de cumprir esta função. Pois bem, a Comunicação Empresarial e o modelo que proponho visam auxiliar o “decisor” da empresa a optar pelo melhor caminho e deixá-lo cada vez mais livre para vender, administrar, ou qualquer que seja o seu foco principal.
Vamos a um exemplo: O João tem um posto de gasolina, lá ele trata diretamente com os fornecedores, com seus frentistas e até mesmo com a agência de publicidade quando é o caso de fazer alguma sinalização ou anúncio de jornal. Onde eu entro?
Atuo no auxílio da tomada de decisão, trabalho com um esforço aditivo à agência que ele já possui, sendo uma espécie de conselheiro para assuntos técnicos relativos à mídia comercial.
Ou ainda, outro exemplo; (Mantemos o cenário do João) e se o posto se envolve em um acidente (Deus nos livre) e acaba pegando fogo?
A imprensa com certeza irá cobrir, fazer fotos, e reunir informações para os diários e jornais que seguirá após o episódio. Quem centraliza as informações? A assessoria de imprensa! Mas por que a minha figura? Bom, tenho de alinhar estrategicamente as diversas ferramentas que o João já possui para cada vez mais aperfeiçoar sua marca e seus serviços. Imaginem a agência de propaganda falando uma coisa, e a assessoria falando outra.
Por isso, Comunicação Empresarial não é agência, é uma força a mais dentro do processo para ajudar a criar condições para nosso mercado crescer e se profissionalizar ainda mais.
